À amiga querida

Poema da mulher Ama(n)da

Unhas vermelhas, roídas, dela.

Longos e negros cabelos de Iracema

Olhos de cigana obliqua e dissimulada

Pele de branca de neve,

Saltitar de Chapeuzinho

Doce inocência de Luiza,

Boca de Stones, musica, cigarro, vinho

Companhia incomparável,

Conversas jogadas ao vento

Roubando pedaços de musas

Sorrisos sinceros a todo momento

Tem na medida a falta de respeito e o rebolado

Contornos de mulher em pele de menina

Deixa quem quer abobalhado,

Toda a literatura e bossa nova em seus adornos

Ciotto e Frontelli no Gtalk, para Contieri. Trinta de Julho, Dois mil e nove.

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